O segundo encontro da nossa confraria

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Sexta-feira foi dia do segundo encontro da nossa confraria, a Macchè (não viu o primeiro? Clique aqui pra ver como foi).

Dessa vez, o encontro foi em casa (e eu achei super legal porque eu teria que arrumar a mesa pra receber gente! Adoro isso: ficar pensando no que colocar na mesa, como enfeitar de um jeito simples, mas bonitinho).

mesa posta
A parte mais legal dos encontros: arrumar as coisas e deixar tudo ajeitadinho pra receber gente em casa (adoro “ter” que arrumar a mesa! Pra mim, é a parte mais divertida!)

 

vidro com flores, decoração de casamento, mesa posta
Um vidrinho (de Itubaína, se não me engano) com uma fita de rendinha e um punhadinho de flores. Já dão uma carinha toda diferente pra mesa.

Os vinhos

O tema eram vinhos chilenos de até R$60. Mas foi tudo “roubado”. O combinado dessa vez era um vinho por casal mais um branco do anfitrião. Eu comprei um, o Fe escolheu outro (ele pegou na adega) e a Mari e o pH trouxeram outro (mas foi o PH que comprou). Mas acho que no final só eu mesmo me mantive no tema mesmo.

O primeiro vinho (o branco, dos anfitriões)

Como o Fe já tinha escolhido o que a gente “levaria”, resolvi eu mesma comprar o vinho branco. O escolhido (depois de muuuuuuito pensar) foi o Corinto Chardonnay 2015. Ele é feito no Valle Central do Chile (já tinha ouvido falar) e com Chardonnay (uva branca que se adaptou muito bem no Chile – pelo menos disso eu lembrava).

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O vinho que eu escolhi: Corinto Chardonnay 2015

Comprei na única adega de que tenho conhecimento no Centro. Não eram muitas opções, mas, ainda assim, foi difícil escolher. Mas também foi a vez mais fácil. Porque como a gente tinha um tema e eu teria que comprar um vinho chileno de até R$60 só que branco, ajudou muito.

Meu vinho até que era bom. Pra quem comprou sozinha, achei uma boa escolha. Ele custou R$49 (mas depois encontrei na internet em vários sites por menos de R$40). Achei melhor ainda porque ele não me dá queimação.

O segundo vinho (o nosso)

O segundo vinho foi o do Fe. Só que na hora de abrir, ele se empolgou com a ideia dos brancos (estávamos comendo fondue de queijo brie com pão italiano e chancliche – um queijo árabe delicioso e forte – com pão sírio) que resolveu fugir da temática.

chancliche, entrada
O chancliche ali ao fundo (não muita gente conhece, mas ele é incrivelmente bom. Pra quem quiser experimentar, vende nos mercados municipais e em restaurantes de comida árabe. Mas já vi no Pão de Açúcar também)

Ele resolveu abrir um rosê francês. Tipo… fugiu total do tema.

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O escolhido pelo Fe (em sua fuga total do tema)

Nem comento porque amo vinho rosê. Era um Cellier d’Ór da viníciola Louis Eschennauer. Estava delicioso.

vinho rosê, vinho francês
Além de delicioso, acho vinho rosê lindo demais…

O terceiro vinho (da Mari e do PH)

O prato principal foi (o maior) polpettone (do mundo), feito pelo Fe com infinito recheio de queijo, coberto com molho de tomate e muito parmesão.

popettone
O polpettone do Fe (a coisa mais assustadoramente grande que eu já vi – não consegui comer nem metade! tinha que deixar espaço para a sobremesa!)

 Abrimos, então, o vinho que a Mari e o PH trouxeram. Era o Mont Gras Reserva Carmènére (uva sobre a qual falamos neste vídeo aqui). Carménère, como o Fe fala, é a uva emblemática do Chile e esse vinho é feito no Valle do Colchagua, região que a gente até tentou visitar, mas ia ficar meio longe pra ir e voltar no mesmo dia, quando fomos ao Chile).

Muito bom também, mas novamente roubado porque ele saiu do nosso limite do orçamento. Custou cerca de R$80.

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O vinho que a Mari e o PH trouxeram: Mont Gras Reserva Carménère

Ah! Teve sobremesa também. Fondue de chocolate (amargo) com morango e banana. Bom pra caramba.

fondue de chocolate, sobremesa prática
A sobremesa: fondue de chocolate (amargo) com morango e banana
fondue de chocolate, sobremesa prática
Uma das coisas que eu mais gosto no mundo: chocolate (com morango então…)

O balanço final do segundo encontro da nossa confraria

Nosso segundo encontro foi muito melhor do que o primeiro. Aumentamos um pouco os valores e com isso os vinhos também melhoraram. Mas acho que o que mais mudou foi a forma de procurarmos os vinhos. Fomos em busca (pelo menos eu e o PH) dessas tais uvas emblemáticas do Chile (o país escolhido), o que, junto como afunilamento da temática, ajudou muito na escolha. E o resultado foi melhor.

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Os três vinhos da noite: Mont Gras PH e Mari), Cellier dÓ Fe) e Corinto eu)

Começar essa tal de confraria foi muito legal por vários motivos. Primeiro porque acabamos por conhecer um pouco melhor os vinhos (vamos atrás de informações, bebemos, temos que nos virar pra comprar). Segundo porque comemos muito bem em todo encontro. Mas o mais legal é termos essa “obrigação” de nos encontrarmos, de nos reunirmos pra conversar, colocar o papo em dia, aprendermos juntos sobre algo tão interessante quanto o vinho. Sem qualquer chatice quanto a regras de degustação e harmonização. É como se tudo girasse em torno da nossa amizade. E assim aprendemos juntos. E dá vontade de se reunir sempre.

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chris_samira

Produtora de conteúdo desde 2002. Adora listas, chocolate, viajar e da canina Lili, além do Fe, com quem é casada há quatro anos. É especialista em "jogar no Google" e acha que vinho é uma questão de gosto pessoal (até porque não entende nada do assunto - só de beber mesmo). Vive indecisa quanto ao que deve fazer. Mas não acha que isso seja um problema.

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