Roteiro de 3 dias em Roma

roteiro de 3 dias em roma

Uma ideia de roteiro de 3 dias em Roma para você aproveitar o melhor que a cidade oferece. 

Há algum tempo, demos por aqui uma sugestão de roteiro de 1 dia em Roma. Uma programação para quem tem apenas 24 horas na cidade (vai que a pessoa só deixou um diazinho para Roma, né? – PS: não faça isso, por favor!).

A ideia era fazer um roteiro a pé, que contemplasse a maior quantidade possível de monumentos e espaços “imperdíveis”. Ok, A questão do imperdível é bastante relativa. Por isso, aqui colocamos algumas sugestões. E é possível  escolher de acordo com aquilo que você considera mais interessante.

Novamente, vale lembrar: claro que não será possível ver toda a cidade em 24 horas, ou mesmo em dois ou três dias. Mas você poderá dizer que viu alguns dos principais monumentos.

O que é essencial pra esse passeio?

  • Acordar cedo (comecemos o percurso às 9h);
  • Sapatos confortáveis (tênis é o ideal);
  • Uma garrafinha d’água (assim você pode reabastecê-la no meio do caminho);
  • Muita disposição.

A partir de agora, adaptaremos o roteiro de 24 horas na cidade para um roteiro de 3 dias em Roma. Mas também será possível transformá-lo em um roteiro de dois dias. E não se esqueça de ler o post do roteiro de 1 dia em Roma para saber um pouquinho sobre cada uma das atrações.

Roteiro de 3 dias em Roma 

((Dia 1))

Combinamos algumas das mais famosas praças romanas com alguns pontos bem legais:

  • Piazza del Popolo
  • Piazza di Spagna
  • Fontana di Trevi
  • Pantheon
  • Piazza Navona

(Dia 1) Parada #1 Piazza del Popolo

Comecemos pela Piazza del Popolo, localizada próximo à estação Flaminia da linha A do metrô, onde, há alguns séculos, ficava a porta de entrada da cidade. Não esqueça de visitar (ou observar, de acordo com o seu tempo) as igrejas que ali se encontram: a Basílica de Santa Maria del Popolo, onde é possível encontrar dois quadros de Caravaggio, “A Conversão de São Paulo” e “A Crucificação de São Pedro”. E as igrejas “gêmeas”: Santa Maria dei Miracoli (em reforma) e Santa Maria in Montesanto.

piazza del popolo

porta del popolo, piazza del popolo

basilica de santa maria del popolo, porta de popolo, piazza del popolo
A Basílica de Santa Maria del Popolo (direita), com um pedacinho da Porta del Popolo, à esquerda.
piazza del popolo, igrejas gêmeas, obelisco flaminio
As igrejas gêmeas e o obelisco Flaminio, à direita

No centro da praça, você encontra o obelisco Flaminio, que originalmente ficava no Circo Massimo, e é o segundo maior de Roma (o maior está na Praça de São Pedro).

vista terraza del pincio
A vista que temos lá do alto, da Terraza del Pincio

O que você encontra também pela região: 

  • Terraza del Pincio (olhando para as igrejas gêmeas, do lado esquerdo): um ponto onde é possível ter uma visão bem legal de Roma. Dali também é possível chegar à Villa Borghese,  um dos maiores e mais belos parques da cidade (ótimo para um piquenique sem hora para terminar).
  • Via del Corso (rua entre as duas igrejas gêmeas). Uma das principais ruas de compras de Roma, onde você encontra lojas como Nike, Zara (a maior de Roma está ali), Adidas, Gap, H&M, dentre tantas outras. se quiser seguir exatamente o roteiro, depois da Fontana di Trevi, será possível andar por ela um pouquinho).
  • Gelateria dei Gracchi (via di Ripetta, 261 – a rua mais à direita das igrejas gêmeas). O sorvete é famoso. É também o preferido de Fê (sugestão de sabor dele: mela e canella – maçã e canela).
  • Ara Pacis: é o altar da Paz (vá andando pela via di Ripetta. Fica na altura de onde fica a Via dei Condotti). Ele comemora a paz estabelecida no mediterrâneo pelo imperador Augusto e começou a ser construído no ano 9 aC. É um quadrado que fica sobre uma plataforma baixa, com um altar no centro (onde eram feitos sacrifícios no aniversário da inauguração do monumento). Na parede, relevos representam a família do imperador, inclusive o herdeiro, Marco Agrippa, marido da filha de Augusto, Júlia – o mesmo que mandou construir o Pantheon. A Ara Pacis foi redescoberta em no século XVI. Mas parte foi para Paris e parte para Florença. O que existe é parte original, parte reprodução.

Se você não conhece a cidade, dê uma olhadinha neste outro post aqui, a gente fez um vídeo mostrando como é a Piazza del Popolo.

(Dia 1) Parada #2 Piazza di Spagna 

Da Piazza del Popolo, pegue a Via del Balbuino, a da esquerda das igrejas gêmeas, e vá andando até a Piazza di Spagna. Essa é a região do Campo Marzio, onde fica a sede da embaixada espanhola na Santa Sé. E por isso leva tal nome. Você verá uma escadaria, a Scalinata di Trinità dei Monti, com a igreja de Trinità dei Monti lá em cima (mais um ponto para você ter uma bela visão da cidade). E, na base, a Fontana della Barcaccia.

piazza di spagna

obelisco piazza di spagna

scalinata della trinita dei monti

fontana della barcaccia

piazza di spagna

Este local vale uma parada. Sente nas escadas, observe os turistas passarem. Mas não coma nem beba nada por lá. Criaram recentemente uma multa para quem fizer isso!

Ela vive lotada, por isso, fique tranquilo, é assim mesmo. Em especial após abril, quando são colocadas as flores nas escadarias. Depois que isso aconteceu, não consegui mais ver a escadaria sem gente.

Só para saber, ao lado há a estação Spagna da linha A do metrô.

O que você encontra também pela região:

  • Via dei Condotti: uma das ruas mais chiques e elegantes de Roma. Ali estão as marcas mais caras.
  • Antico Caffè Greco (Via dei Condotti, 86): o mais antigo da cidade. E onde pode-se pagar até 10 euros por um (“simples”) cafezinho.
  • Villa Medici (lá em cima, subindo a escadaria – há, inclusive, uma saída do metrô Spagna que vai direto para a Villa Medici). Ali fica a sede da Academia Francesa. Aliás, é o governo francês que cuida de toda essa região.
  • Nossa Senhora da Conceição Imaculada (ela fica ao lado direito da praça, para quem olha para a escadaria): repare que ela possui uma coroa de flores no braço direito, que é trocada uma vez ao ano, sempre no dia 8 de dezembro, em cerimônia que conta com a presença do Papa.
  • Basilica de Sant’Andrea delle Fratte (Via di Sant’Andrea delle Fratte, 1): o santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa em Roma). Para chegar até ele, pegue a via di Propaganda (do lado direito, após a imagem de Nossa Senhora), até o fim. Na esquina da esquerda, em frente à basílica, haverá uma fonte com água bem gelada. Boa oportunidade para encher a sua garrafinha.

Se você não conhece a cidade, dê uma olhadinha neste outro post aqui, a gente fez um vídeo mostrando como é a Piazza di Spagna na primavera.

(Dia 1) Parada #3: Fontana di Trevi 

Após encher sua garrafinha, siga em frente, pegue a primeira à direita e depois a primeira à esquerda, a Via Poli. Você chegará à Via del Tritone (lugar bem legal se você estiver procurando malas para comprar – os preços são bons). Atravesse-a e continue na mesma rua. Chegamos à Fontana di Trevi, a mais famosa fonte de Roma.

Fontana di Trevi, lugares para visitar em Roma, lugares gratuitos em Roma
A Fontana di Trevi à noite.

No primeiro post a gente podia falar em “sente-se para jogar sua moedinha e garantir um retorno à Roma”. Mas isso não é mais possível, exatamente por causa daquela nova lei que mencionamos lá em cima.

De qualquer forma, jogue a sua moeda. E fique tranquilo, todas as moedas são retiradas todos os dias pela Fundação Caritas. Só em 2016, foram recolhidos 1,4 milhões de euros, que foram revertidos para causas sociais. Aliás, o contrato com a Caritas acabou agora em junho e ainda não soube se foi renovado.

Aliás, o Vinicyus Vieira, do blog Viagem’Grafia, tem um post muito legal sobre um romano que durante 34 anos roubou as moedas da Fontana di Trevi (e vivia disso!), vale a pena ler.

Se quiser, abasteça sua garrafinha no lado direito da fonte e aproveite para se sentar e descansar um pouco. Nessa área sempre tem um espacinho livre. E aqui, sim, é permitido.

O que você encontra também pela região:

  • Don Nino: uma das sorveterias que eu mais gosto em Roma (o sorvete de coco é delicioso!), mas exatamente pela localização (fica ao lado da Fontana di Trevi), é carinha (3 euros a casquinha pequena). Via della Stamperia, 83.
  • Istituto Nazionale per la Grafica: um museu gratuito, que conta com diversas exposições bem interessantes. Via della Stamperia, 6.

(Dia 1) Parada #4: Pantheon

Saia da Fontana di Trevi e pegue a rua à sua direita, a Via delle Murate. Atravesse a Via del Corso e siga ainda na mesma rua, que passará, em um momento, a se chamar Via di Pietra e depois Via dei Pastini. E, assim, sempre em frente, você chegará à Piazza della Rotonda, onde está localizado o Pantheon, o “templo de todos os deuses“. O monumento mais antigo e melhor conservado da cidade foi construído em agradecimento aos deuses pela vitória do imperador Augusto sobre Marco Antonio e Cleópatra.

Ainda hoje é uma obra absurda da arquitetura romana, com 43,3 metros de altura pelos mesmos 43,3 metros de largura. Lá em cima, na cúpula, um único buraco, o oculus, de 9 metros, é responsável por toda a entrada de luz no local. E lá dentro é super claro.

pantheon

oculus

pantheon, túmulo rafael

O túmulo de Rafael (o busto à esquerda é o dele. Ouvi uma vez um guia contando que o lado direito está vazio porque ali deveria estar sua esposa. Mas Maria Bibbiena, que era a noiva de Rafael, morreu antes do casamento. E por isso, apesar de estar enterrada no local, seu busto não pode ali permanecer.Repare no chão, todo de mármore. Existem vários furos que permitem que a água escorra. Lembra do buraco de 9 metros? Os buraquinhos ajudam quando chove.

Por ali estão os túmulos de alguns dos grandes reis italianos, como Umberto I e Vittorio Emanuele II. Está também Rafael.

Hoje em dia, o local é uma igreja. Por isso, tenha alguma coisa para cobrir os ombros se estiver com uma roupa sem manga (não é sempre que exigem, mas não custa estar preparado). Lembre-se também de não falar muito alto. Fique tranquilo, ninguém lembra e os seguranças ficam falando “Shhhh”o tempo todo. Ah! Também não repare se você acabar sendo expulso do local… quando a missa está para começar, os turistas são mandados para fora mesmo.

O que você encontra também pela região: 

  • Piazza della Rotonda: ela fica me frente ao Pantheon e é um bom lugar para sentar e descansar. Mas talvez não seja mais possível por causa da lei nova.
  • Artistas de rua. Em especial um tenor incrível que vira e mexe fica cantando por ali. Ele canta sem microfone e é muito bom. Vale a pena parar um pouco para ouvi-lo.
  • Caffè Giolitti: muitos falam que é a melhor (ou uma das melhores) gelaterias de Roma. Está lá desde 1900.(Via Uffici del Vicario, 40).
  • Gelateria della Palma (via della Maddalena, 19): verdade seja dita, eu não gosto muito de lá. São 150 sabores diferentes de sorvete para você escolher… (não gosto dessas coisas que me dá opção demais…) e sempre está lotada, com um monte de gente se amontoando em frente aos vidros para tentar escolher o que vai querer. Mas ela é famosa.
  • GROM (Via della Maddalena, 30a). É uma sorveteria super famosa, do Piemonte. Mas virou rede há algum tempo, por isso perdeu aquele lado artesanal que é tão bom por aqui. Mas ainda assim vale a pena experimentar o sorvete de caramelo salgado, o meu preferido (de lá). É só para quem gosta (o Fe, por exemplo, não é muito fã…).

(Dia 1) Ponto #5 : Piazza Navona

Uma das praças mais bonitas de Roma. Ela tem formato oval. No século I, era um estádio – o stadium de Domiciano, com capacidade para 33 mil pessoas. Ali, aconteciam competições esportivas. A praça possui três fontes. A central, a Fontana dei Quattro Fiumi, traz representados (por quatro gigantes) os quatro grandes rios conhecidos à época de sua construção (século XVII): Ganges, Danúbio, Nilo e da Prata.

piazza navona

piazza navona

 piazza navona

O que você encontra também pela região: 

  • Embaixada do Brasil em Roma. O edifício foi morada da cunhada do Papa Inocêncio X, pertencente à família Pamphilj. É possível fazer uma visita guiada e gratuita dentro da embaixada, que sempre possui exposições (igualmente gratuitas). Mas é preciso agendar.
  • Igreja de Sant’Agnese in Agone. Diz a lenda que a igreja foi construída no local onde foi um prostíbulo e que, em 304aC, santa Agnes foi exposta nua para que renunciasse à sua fé. Seu cabelo milagrosamente cresceu e cobriu seu corpo.
  • Frigidarium (Via del Governo Vecchio, 112). É um daqueles famosinhos do TripAdvisor. A fila sempre está gigantesca. Experimentei o sabor que leva o nome da casa (uma mistura de avelã com caramelo) e coco (não gostei muito, faltou coco). O preço: 2 euros para duas bolas e 3 euros para 3 bolas. Ainda dá pra colocar calda quente de chocolate ao leite ou branco.

Chegamos ao fim do primeiro dia. Não colocamos lugares onde comer porque isso vai depender de onde você deseja parar. De quanto tempo ficará em cada local e, claro, do seu orçamento.

((Dia 2))

Hoje é dia de começar a fazer os passeios pagos essenciais. E continuar visitando monumentos lindíssimos.

  • Foro Romano e Palatino
  • Coliseu
  • Piazza Venezia
  • Gueto Judaico
  • Trastevere

(Dia 2 ) Parada #1: Foro Romano e Palatino

Comecemos o dia pelo passeio ao Foro Romano e Palatino. Para chegar ali, pegue a linha B do metrô e desça na estação Coliseu. Olhando para o monumento, pegue a rua da direita, a via di San Gregorio. A entrada é no número 30.

Se quiser entrar, a dica é sempre ir primeiro, e bem cedo, para o Foro Romano e começar por aqui. O ingresso custa 12 euros e dá acesso também ao Coliseu (mas se optar por comprar no Coliseu, saiba que a fila é gigante) Ah! E se quiser descansar um pouco, entre um passeio e outro, é possível utilizá-lo por dois dias. Assim, você faz e um dia Foro/Palatino. E, no outro, o Coliseu.

Se quiser garantir o ingresso se preocupações, você pode comprar antecipadamente o ingresso pelo site do nosso parceiro GetYourGuide. Você paga antecipadamente e não pega fila. No dia, é só apresentar o voucher. Bem simples.

O Palatino é o local onde a história da cidade começou aqui, com a lenda dos gêmeos Rômulo e Remo e a loba. Ali, que é uma das sete colinas de Roma, era onde os patrícios construíam suas residências. O imperador Augusto, por exemplo, nasceu e viveu ali. As ruínas de sua casa (a Casa de Lívia, que é o nome de sua esposa) continuam ali.

Já o Foro Romano foi o centro da vida política, comercial e judiciária da Antiga Roma. Ali as pessoas se reuniam para ouvir os senadores e os magistrados. No local, havia também arcos do triunfo, em homenagem aos imperadores e para demonstrar o poderio e a grandeza de Roma; templos; palácios e diversos edifícios.

palatino

palatino

foro romano

foro romano

É um passeio que te faz pensar em quão evoluída era aquela civilização, muitos anos antes do início da era cristã. É muito maluco…

(Dia 2) Parada #2 Coliseu

É hora de voltar ao Coliseu, seguindo a mesma rua. O Coliseu e o local das grandes batalhas, dos gladiadores, do pão e circo. Inaugurado em 80dC, em um evento que durou 100 dias!!! Falam que ele abrigava entre 50 e 80 mil pessoas. Mas com um plano de evacuação que permitia quem em poucos minutos ele estivesse completamente vazio.

coliseu

Quem olha o que hoje sobra dele, não consegue imaginar o que ele foi um dia. Assentos de mármore, arquibancadas dividias de acordo com as classes sociais, cobertura de lona para proteção contra o sol.

coliseu
Em cada um desses pedaços, ficavam arquibancadas que eram divididas de acordo com a classe social.
escada coliseu
Parte da escada ainda com um pedaço de mármore. Outra parte sem nada.
coliseu
No canto direito inferior, uma reconstrução de onde seria o chão do coliseu. Embaixo, onde gladiadores e animais ficavam antes do show começar.

O Coliseu funcionou até o ano de 523. Após isso, foi praticamente destruído, tendo diversas de suas partes usadas em monumentos pela cidade. E ainda na Basílica de São Pedro.

No século XVII, o papa Bento XIV considerou o Coliseu um local sagrado, passando a dedicá-lo aos cristãos que ali morreram. Dessa forma, garantiu a preservação do que restou. Aliás, é no Coliseu que acontece a procissão de Páscoa, na Sexta-Feira Santa (que tem até transmissão ao vivo pela RAI).

Ali também está o Arco de Constantino, que também já esteve no Circo Massimo.

arco de constantino

(Dia 2) Parada #3: Piazza Venezia

Na saída do Coliseu, pegue a Via dei Fori Imperiali. Você verá do seu lado direito (de quem vai em direção à Piazza Venezia) o Foro e o Mercato di Trajano. E ali ao lado a Coluna de Trajano, com seus 40m, de altura, inaugurada em 113dC.

Logo à sua frente, você verá o monumental Il Vittoriano, que homenageia o primeiro rei da Itália unificada, Vittorio Emanuele II. Lá no post do roteiro de 1 dia a gente fala mais sobre ele.

il vittoriano, monumento a vitorio emanuelle, piazza venezia

Suba (de graça) para ter uma vista linda de Roma. Ou ainda pague 7 euros para subir no elevador panorâmico (e ter uma vista ainda mais estonteante).

il vittoriano, piazza venezia

piazza venezia

Apesar de o Vittoriano (ou Altar da Pátria) ser odiado pelos romanos, eu e o Fê adoramos. O contraste entre a parte antiga da cidade (se olhar para a sua direita, será possível ver o Coliseu, o Foro Romano, o Palatino, o Foro e o Mercado de Trajano).

il vitoriano
A foto foi tirada do Foro Romano, mas acho lindo o contraste.
piazza Venezia, roteiro de 1 dia em Roma
A Piazza Venezia, vista do alto do monumento. À esquerda da foto, o prédio que foi o quartel general da Mussolini.

No monumento, encontra-se uma chama acesa, guardada por dois soldados.

Ah! E o melhor lugar para tirar foto do monumento é bem  no centro da Piazza Venezia.

O que você pode ver pela região:

  • Via dei Fori Imperiali, Coliseu, Foro e Mercado de Trajano e ainda o Foro Romano e o Palatino: (tipo… só isso!) olhando para o Vittoriano, ficam do lado esquerdo. Deixamos essa parte para o segundo dia.
  • Palazzo Venezia (olhando para o Vittoriano, do lado direito): o local serviu como sede da Embaixada de Veneza na Santa Sé. Mas durante o fascismo de Mussolini, funcionou ali o seu quartel general. Foi do balcão do edifício que Mussolini declarou guerra contra a França e o Reino Unido, o que marcou a entrada da Itália na 2ª Guerra Mundial.
  • Campidoglio (Piazza del Campidoglio e Museus Capitolinos).

(Dia 2) Parada #4 : Gueto Judaico

Siga à sua direita, olhando o Vittoriano e atravesse a rua (passe pelas paradas de ônibus) e pegue a Via dei Delfini. Pegue então a via dei Funari e siga em frente até a Fontana delle Tartarughe. Conta a história que essa fonte foi construída no século XVI a pedido de um duque que queria mostrar ao pai de sua noiva que era um homem importante, endinheirado e influente. A fonte foi então construída em frente à sua residência. Mas as tartarugas foram colocadas anos depois.

A fonte das tartarugas fica já no gueto judaico, um local marcado pela história.

O gueto surgiu em 1550 para segregar os judeus que viviam em Roma. Havia, inclusive, horário de entrada e saída do local. Foi apenas no ano 1848 que a história começou a mudar.

Durante a segunda guerra mundial, cerca de 2000 pessoas de origem judaica foram levadas para campos de concentração. Há muitas placas homenageando aqueles que se foram. Para que não se esqueçam do que aconteceu.

fontana delle tartarughe

fontana delle tartarughe, gueto judaico

gueto judaico

gueto judaico
O Portico d’Ottavia, onde antigamente era a porta de entrada do gueto judaico.

Nos últimos tempos, o local voltou a ser descoberto pelos romanos e pelos turistas, atrás da tradicional comida judaica. Um dos pratos mais conhecidos é o carcioffo fritto, uma alcachofra imersa em azeite de oliva, que você come pétala a pétala. E é deliciosa. Se for época, aproveite.

alcachofra, gueto judaico

O que você encontra na região:

  • Portico d’Ottavia: o antigo ponto de entrada e saída das pessoas do gueto.
  • Restaurantes kosher: são muitos. A gente mencionou no outro post que chegamos a almoçar no Sheva Ristorante (porque era o único com mesas para fora, porém na sombra). Mas eu tentaria outro. Dizem que o Nonna Betta é muito bom. Mas ainda não experimentamos.
  • Steccolecco: uma sorveteria que faz picolés artesanais deliciosos. Tem vídeo sobre os picolés aqui no blog (juro! são tão bons que até mereceram o espaço).
  • Teatro di Marcello: um teatro construído no século I aC, que podia receber até 15 mil pessoas.
  • Isola Tiberina: uma ilha que fica no meio do rio Tibre. Ali ficam um hospital e uma igreja. Pelo lado do gueto judaico ela é ligada pela Ponte Fabricio, a mais antiga de Roma (de 62aC). Do outro lado, está a Ponte Cestio (de 370dC).

(Dia 2) Parada #5: Trastevere

Atravesse as pontes que desembocam na Ilha Tiberina ou ainda a Ponte Garibaldi. Chegamos ao Trastevere.

O Trastevere é um dos bairros mais tradicionais e boêmios de Roma. O nome está relacionado com a sua posição em relação ao rio Tibre: além do rio Tevere (ou Tibre). E é uma graça. Com seus predinhos baixos, roupas estendidas nas janelas, trepadeiras e ruas estreitas. Ele tem aquela carinha de Itália que a gente vê nos filmes, sabe?

O bairro é boêmio em sua essência. São diversos bares, restaurantes e afins na região. Tantos que fica até difícil escolher onde comer. Aliás, a gente tem um post que traz uma relação de bares e restaurantes do Trastevere em que já fomos.

trastevere

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trastevere

trastevere

trastevere
A Basílica de Santa Maria in Trastevere, que fica na praça homônima. O local fica cheio de artistas de rua e turistas, durante todo o dia.

O lugar é ideal para encerrar o dia. Procure um aperitivo: você paga cerca de 10 euros por uma bebida e alguns quitutes. Que podem ser desde uma pequena tábua com tramezzini (sanduichinhos) ou ainda a ideia bem brasileira de acepipes no balcão.

O que você encontra na região:

  • Basílica de Santa Maria in Trastevere: o primeiro local oficial de culto cristão construído em Roma. Apesar de ter sido fundada no século III dC (quando o cristianismo era a religião das minorias ainda), foi uma reforma do século XII que deu a carinha que ela tem hoje, medieval, com seus mosaicos. Fica na praça homônima, bem no centro o bairro. Ali, turistas e artistas de rua se misturam.
  • Monte Gianicolo e o seu terraço: o local já teve uma das vistas mais bonitas de Roma. Há algum tempo, as árvores impedem a visão. A RAI, inclusive, fez uma reportagem sobre isso nesta semana.
  • Cencio La Parolaccia: parolaccia significa palavrão. Daí você já consegue imaginar. O restaurante é famoso por tratar mal seus clientes. Dizem que a comida não é lá essas coisas (quando olhei pela última vez cobravam 40 euros por pessoa), mas são algumas horas de risada. O horário de abertura é curto: das 19h30 às 23h. Nunca fomos. Eu quero esperar pra entender melhor o italiano. Acho que a experiência vai ser mais interessante. Mas o valor alto e a comida que dizem não ser lá essas coisas me deixam ressabiada. (Vicolo de’ Cinque, 3).
  • Carlo Menta: um dos restaurantes de melhor custo-benefício. A comida é barata (tem pizza por 4 ou 5 euros) e até que boa. Está sempre cheio. (Via della Lungaretta, 101).
  • Lungo il Tevere: se estiver por aqui no verão, aproveite o evento. São diversos bares e restaurantes que funcionam a partir das 19h (mas antes ‘possível encontrar alguns abertos) e vão até umas 2h da manhã. Acontece anualmente no verão, por essa região do rio. Não é barato, mas é um lugar bem gostoso.

((Dia 3))

Hoje é dia de imersão no Vaticano, o menor Estado do mundo, criado em 1929 e governado pelo papa. Ali, trabalham cerca de 1000 pessoas em suas instalações. O local também abriga um jornal, uma TV e a Rádio Vaticano (que transmite em mais de 20 idiomas – sendo português um deles).

No Vaticano quem trabalha é a guarda suíça. Apenas suíços, católicos, solteiros, com no mínimo 1,74m, segundo grau concluído e entre 19 e 30 anos podem trabalhar na guarda do Vaticano. Contam que a guarda tornou-se apenas formada por suíços no século XVI, quando, após uma tentativa de deposição do papa, sobraram apenas soldados suíços protegendo-o. Oficialmente, no entanto, foi apenas em 1929, quando o Vaticano virou um Estado, que os suíços viraram a guarda oficial.

O que vamos ver:

  • Praça de São Pedro
  • Basílica de São Pedro
  • Museus Vaticanos
  • Castel Sant’Angelo

(Dia 3) Parada #1: Praça de São Pedro

O dia começa no Vaticano. Se for um domingo ou uma quarta-feira, melhor ainda. Nesses dias, acontecem, respectivamente, o angelus e a audiência geral.

Para chegar, desça na estação Ottaviano. Siga pela via Ottaviano até a Piazza del Risorgimento. Ali, atravesse a rua e siga pela via di Porta Angelica. Você chegará à Praça de São Pedro, encomendada no século XVII para que o papa pudesse ser visto pela maior quantidade possível de pessoas quando estivesse no balcão da basílica ou dos apartamentos.

vaticano

vaticano

vaticano
As estátuas (gigantescas) da Praça.
vaticano, praça de são pedro
Uma das duas fontes existentes na praça de São Pedro. No inverno 2016/2017, as águas das fontes congelaram.
praca de sao pedro, vaticano
Desse prédio, na segunda janela do alto, da direita para a esquerda, que o Papa aparece aos domingos para o Angelus
vaticano
Vista da Praça de São Pedro e da basílica vista pela Via della Concilliazione. O jeito mais legal de chegar ao Vaticano (mas não o mais prático).

Ali, estão duas colunatas (e uma coisa legal: se você ficar em um ponto específico é possível enxergá-las como uma só), 140 imagens de santos (que são muito maiores do que o tamanho real), além de duas fontes e um obelisco, com 40m de altura. Imagina só: para colocar o obelisco no lugar foram necessários 900 homens.

(Dia 3) Parada #2: Basílica de São Pedro

É hora de enfrentar uma “leve” fila para passar pelos detectores de metal. Por isso, o ideal é começar o passeio o mais cedo possível. Antes de ir, lembre-se: assim como em todas as igrejas, é proibido entrar com saias, vestidos e shorts curtos, além de ombros de fora. Por isso, cuidado com o comprimento das roupas e tenha sempre alguma coisa para se cobrir. Existe uma pessoa que vai realmente analisar a sua roupa antes de te permitir entrar. Com os homens, apenas cuidado com shorts. Eles até falam que não pode bermuda, mas se for lá pelo joelho, não tem problema. A entrada é gratuita.

O santuário foi erguido no local onde São Pedro, considerado o primeiro papa, foi torturado e enterrado. Diz a história que a região onde o Vaticano está hoje em dia era um local de diversão romana, com lutas de gladiadores  diversas execuções, dentre elas a de São Pedro. Séculos mais tarde, quando a região de diversão foi transferida para outros locais, como o Coliseu, a primeira basílica foi construída (no século IVdC). E reformada no século XVI, em uma obra que demorou mais de 100 anos para ser finalizada.

A basílica, que tem 218m de comprimento, 11 capelas e 45 altares, é uma das mais lindas do mundo. Em seu interior, a Pietà, de Michelangelo, obra do século XV.

É possível visitar, também gratuitamente, as catacumbas do Vaticano, onde estão enterrados diversos papas, dentre eles, João Paulo II.

É possível subir até o domo, projetado por Michelangelo, para uma vista incrível de Roma (5 euros, de escada ou 7 euros com elevador)

Para saber como ver o Papa de pertinho, assista ao vídeo que a gente fez mostrando tudinho.

(Dia 3) Parada #3: Museus Vaticanos

Hora de atravessar novamente a praça de São Pedro, voltar à via de Porta Angelica e virar à esquerda, seguindo o contorno dos muros do Vaticano, até a entrada dos museus.

A primeira coisa a saber é: prepare-se para pegar fila, se você não comprar o ingresso antes (e fique atento porque eles acabam – custo em julho de 2017: 16 euros). A segunda: o lugar é gigante. Daqueles que são difíceis de se ver em uma dia só. A terceira: não é possível entrar com ombros e joelhos de fora (e eles são chatinhos com isso).

Se quiser garantir o ingresso se preocupações, você pode comprar antecipadamente o ingresso pelo site do nosso parceiro GetYourGuide. Você paga antecipadamente e não pega fila. No dia, é só apresentar o voucher. Bem simples.

Ali estão obras de arte colecionada por diversos papas ao longo dos anos. Já os prédios (palácios, na verdade) foram também construídos por papas.

museus do vaticano
E a escada em formato de caracol do final. Eu estou lá embaixo, bem na ponta da escada.

Lembre-se que, no final, você chegará à Capela Sistina (não é possível um acesso direto a ela. É preciso passar pelos outros lugares (ainda que bem rápido). Na Capela Sistina é proibido tirar fotos. E novamente eles são chatos com isso. A sala é incrível, com a abóboda pintada por Michelangelo, entre 1508 e 1512. Bem menor do que eu imaginava. o Fe ficou maluco. Afinal, é ali que eles se reúnem para escolher o novo Papa. Quando fomos, o Papa Francisco tinha acabado de ser escolhido.

(Dia 3) Parada #4: Castel Sant’Angelo

Saia dos museus e faça todo o contorno pelos muros, pegue a via di Porta Angelica, passe pela praça até chegar na via della Concilliazione. Siga reto e você estará na entrada do Castel Sant’Angelo que, apesar de ser uma fortaleza papal está em Roma.

A entrada custa 14 euros. Geralmente, não tem fila tão grande. Mas, se você quiser garantir o ingresso se preocupações, você pode comprar antecipadamente o ingresso pelo site do nosso parceiro GetYourGuide. Você paga antecipadamente e não pega fila. No dia, é só apresentar o voucher. Bem simples.

Aliás, se você quiser aproveitar a gratuidade mensal, vá no primeiro domingo do mês, que é quando Roma oferece entrada gratuita aos seus museus. E não no último domingo do mês, quando o Vaticano o faz.

O castelo foi construído em 139dC como mausoléu do imperador Adriano. De lá para cá, serviu como parte das muralhas do imperador Aureliano, como cidadela medieval, como prisão e até como residência papal em épocas de agitação política.

castel santangelo

castel santangelo, roteiro de 3 dias em roma

Uma coisa interessante é que existe um corredor, construído no século XIII, que liga o castelo ao Vaticano, no caso de risco ao Papa.

A vista lá de cima é linda. Dá para ver Roma inteira. Vale super a pena a visita. O ingresso custa 14 euros.

Fechamos nosso último dia.

O que sobrou?

Sobrou muita coisa, claro, mas esse fica sendo um dia extra. O quarto dia.

Ponto #1: Circo Massimo

Estação Circo Massimo da linha B do metrô.

Um dos lugares que vale a passagem pela história, mas que, na verdade, não tem muito o que ver. No local, estão os restos (descobertos após uma restauração que terminou em 2016) do maior circo de jogos da antiguidade. Aliás, se tiver curiosidade, assista ao filme Ben Hur para ver como era o local (lembra das tais corridas de biga?).

O legal do lugar? O obelisco da Piazza del Popolo e o Arco de Constatino (que não estão mais por aqui). E a possibilidade de levar seu cachorro por ali para andar sem coleira. Mas a história é boa. Só não tem muito o que ver por lá.

Ah! No fundo, do lado direito, o que você vê é um pedaço do Palatino.

Ponto #2: Bocca della Verità e Santa Maria in Cosmedin

Eu confesso.  Sempre quis visitar a Bocca della Verità, mas ela estava bem fora de mão em todas as viagens. Até que resolvi ir há algumas semanas.

Diz a lenda que a boca serviria para colocar à prova a fidelidade dos casais. E assim os maridos colocavam as mulheres em frente à escultura para verificar se elas falassem a verdade quanto às traições. Se mentissem, a boca fecharia em suas mãos.

Na primeira vez que fomos, uma fila gigantesca nos aguardava. E também nos fez desistir. Na segunda, umas quinze pessoas apenas. Mas aí eu fiquei esperando e… era um buraco pra você tirar uma foto. E perdi toda a vontade de ficar na fila. Aproveite para entrar na medieval igreja de Santa Maria in Cosmedin. rito greco, que é uma coisa à parte. Ela é do século VI dC e conserva muito do que foi um dia.

Ponto #3: Roseto Comunale di Roma

Siga na Via del Circo Massimo (logo após a saída do metrô, do lado esquerdo). Siga até o monumento Giuseppe Mazzini. Você verá o portão de entrada do Roseto Comunale de Roma.

Um lugar lindo, que só abre durante a primavera. Ali é possível encontrar mas de 1000 tipos diferentes de rosas, das mais diversas épocas e proveniências. Um lugar gostoso, tranquilo. E com entrada gratuita.

roseto comunale de roma

roseto comunale

Vale a pena sentar em um dos banquinhos e respirar um pouco. Descansar os pés. Do lado esquerdo do roseto (existe uma rua pequena e portões do lado direito e esquerdo), bem ao fundo, há uma fonte. Dá para pegar água aqui.

Se você não conhece a cidade, dê uma olhadinha neste outro post aqui, a gente fez um vídeo mostrando como é o Roseto Comunale de Roma vídeo mostrando como é o Roseto Comunale de Roma.

Ponto #4: Giardino degli Aranci

Volte para a mesma ruazinha que você pegou para entrar no Roseto Comunale, a via di Valle Murcia. Em determinado momento, ela passará a se chamar Via di Santa Sabina. Suba até o Giardino degli Aranci, que estará do seu lado direito.

Mais um lugar lindo. Cheio de árvores (são laranjeiras – e as frutas são muito azedas!!!).

giardino degli aranci

giardino degli aranci

Este é um dos cenários do filme A Grande Beleza. Ali você também terá mais uma bela vista de Roma. No skyline, o rio Tibre, o Trastevere e, lá no fundo, a cúpula da Basílica de São Pedro.

Tem também exposição de arte a céu aberto, com vários cavaletes e quadros expostos, feitos por artistas locais.

Ponto #5: Portão da Villa del Priorato di Malta

Volte a pegar a Via di Santa Sabina e continue subindo até o fim da rua. Você chegará a uma estranha fila em frente a um portão. Essa é a Villa del Priorato de Malta. Ali, você verá uma fechadura. E a incrível visão de um corredor margeado por folhas e a Basílica de São Pedro, ali, centralizadinha.

buraco que dá pra ver a cúpula da basílica de são pedro, villa del priorato di malta

Pronto. Chegamos ao fim do nosso roteiro por Roma em 1 dia. Para voltar pra casa, desça a própria Via di Santa Sabina, após o Roseto comunale, vire à direta para pegar a via del Circo Massimo, já pertinho do metrô.

Os mapas

 



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chris_samira

Produtora de conteúdo desde 2002. Adora listas, chocolate, viajar e da canina Lili, além do Fe, com quem é casada há quatro anos. É especialista em "jogar no Google" e acha que vinho é uma questão de gosto pessoal (até porque não entende nada do assunto - só de beber mesmo). Vive indecisa quanto ao que deve fazer. Mas não acha que isso seja um problema.

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Desde que eu e o Fê viemos para Roma, resolvemos transformar este blog em um espaço em que pudéssemos dividir as nossas experiências. Diariamente, vamos conhecendo a cidade, aprendendo a viver nela e também mostrando aqui para você. E assim, compartilhando o que a gente vê por aqui, queremos fazer da nossa nova casa, a sua também. Além das dicas e de tudo o que postamos aqui no blog, resolvemos também ir atrás de parceiros que podem ajudar a transformar a sua viagem em uma experiência mais tranquila. A partir de agora, o LÁ EM CASA TEM VINHO te ajuda também a organizar a sua viagem para Roma.

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