Como viajar com cachorro para a Europa (tudo o que você precisa saber)

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Como viajar com cachorro para a Europa é o tema de um post que ficou na minha cabeça por muito tempo. Na verdade, um monte de gente falou que eu deveria escrever sobre o assunto. Isso porque, na minha viagem excessivamente programada, tudo deu errado.

Mas como Lili está aqui, agora posso, com calma, contar (mesmo tendo vários assuntos ainda não resolvidos). E ajudar algumas pessoas que também queiram trazer seus bichinhos para a Europa a evitarem dores de cabeça.

Neste post, conto:

  • como preparar seu cachorro para viajar para a Europa
  • quais os documentos necessários para viajar com seu pet (passo a passo)
  • minha experiência com a Health 4 Pet
  • minha experiência de viajar com um pet pela Alitalia

Como foi o preparo para a vinda da Lili

Já contei por aqui que eu e o Fe temos uma lhasa apso de sete anos, a Lili (aproveita para segui-la no Instagram: @lili.alhasa. Ela é tãaaao fofa!).

Lili, como viajar com cachorro para a europa
Olha que fofa a minha pequena Lili (ela tinha acabado de saber que não ia ganhar biscoitinho… era só um teste pra ver se ela olhava)

Lili vive com a gente desde sempre. Quando a compramos, estávamos noivos. Durante a semana, ela ficava comigo na casa dos meus pais. Na sexta-feira, o Fe nos pegava e íamos para a casa dele, onde ficávamos até domingo.

Lili é louca, pequenininha, encrenqueira, ama cachorros e é da galera. Num churrasco infinito como são os nossos, fica acordada até o último ir embora. Ou até a gente deitar na cama. Lili é ciumenta, adora lacinhos, passear e comer. Biscoitinho é uma palavra mágica, assim como passear.

Uma das poucas fotos de Lili sem lacinho, no auge do verão passado do Brasil. Olha que carinha boa ela tem!

Não temos filhos. Nossa família é de três: eu, o Fe e a Lili. Ela vai pra onde estamos. Mas nunca tínhamos viajado com ela de avião.

Todo ano ela fica na casa dos meus pais. Mas até isso tem limite. Nossas viagens devem durar até uns 15 dias (aprendemos isso aos poucos)… porque senão ela começa a ficar meio surtada, tadinha… Ela simplesmente enlouquece quando vê uma mala. Porque ela acha que “vai ser abandonada”.

O início do planejamento

Logo quando começamos afalar em nos mudar, mesmo com nada estando certo, comecei a pensar em como levar a Lili. A primeira coisa a fazer foi contratar um plano de saúde pra ela. Na minha cabeça, ela precisaria passar pelo veterinário regularmente para estar zerada na hora da viagem.

Fechei com a Health 4 Pet, uma empresa do grupo Porto Seguro. Confiei.

A primeira coisa a fazer é a microchipagem. Isso porque, todo pet que entra no plano, precisa ser microchipado. No dia, o veterinário (do plano) que nos atendeu já nos tranquilizou informando que aquele microchip seria válido para viagens para o exterior.

Tudo o que precisava era seguir os procedimentos…

Na sequência, procurei uma veterinária para acompanhar a Lili que fosse perto da casa dos meus pais, já que eles que levariam para dar a vacina contra raiva, durante a nossa estada em Roma, em setembro do ano passado. E achei que seria mais fácil permanecer com a mesma. E foi assim. Fiquei super tranquila porque a veterinária, inclusive, disse que já tinha enviado “outros cachorros para o exterior”. Assim, no plural mesmo. Confiei mais ainda.

Só que mesmo começando tudo com meses e meses de antecedência, fazendo um plano de saúde que eu pensava ser confiável, fazendo acompanhamento com uma veterinária que ja tinha enviado “outros cachorros para o exterior”, a Lili não pode viajar comigo em fevereiro (a passagem estava comprada desde setembro do ano passado).

O que deu de errado?

Quando o cachorro entra no plano da Health 4 Pet, ele recebe um passaporte. No passaporte, consta o número do microchip e a data da microchipagem, mas não é um certificado de microchipagem normal. Isso eles não fornecem. Você tem que pedir. Quando a veterinaria informou que eu precisaria entregar o certificado de microchipagem, entrei em contato com o plano e pedi. Eles disseram que demoraria entre 10 e 20 dias mais ou menos. E eu informei isso à veterinaria.

Ela disse que não daria e não só me fez microchipar novamente minha cachorra. Mesmo sendo do plano de saúde e sabendo que a Lili já tinha sido microchipada ao aderir ao plano – ou seja, ganhou dinheiro com isso e minha cachorrinha ficou com dois microchips. E ainda fez a sorologia e colocou o número do segundo microchip (perdendo, assim, toda a ordem correta e prazos – ripo ferrou geral). Só pra completar, bateu o pé e disse que a Lili tinha que viajar em até 90 dias (e não aguardar os 90 dias como eu disse que tinha lido). Reafirmou que já tinha enviado outros cachorros para o exterior.

Ela era a especialista. Eu confiei. Até hoje fico morrendo de raiva de mim por ter acredito nessa pessoa. Sem contar que, quando eu descobri sozinha todos os erros, ela ainda disse que eu estava enganada.

E aí?

Bom, no fim, foi um caos, uma corrida contra o tempo para conseguir todos os documentos necessários e comprovar que a Lili possui dois microchips e que o primeiro microchip respeitou todos os prazos e ordens. E, mesmo assim, não consegui viajar com ela a tempo. Quarentena é quarentena. E e eu tive que retornar ao Brasil para finalizar a documentação e, finalmente, conseguir trazê-la e concluir a nossa mudança.

Sim, paguei mais uma passagem (e de ida e volta, já que se comprar só de ida o valor salta ridiculamente). E voltei, sem qualquer outra necessidade, para o Brasil. Só para pegar a Lili.

Comprei a passagem pela Alitalia, unica companhia aérea que faz o trajeto São Paulo-Roma sem escalas. Também um dos mais caros (sem qualquer razão para isso).

E a passagem da Lili?

Eu tinha comprado em setembro, junto com a minha. Aliás, é bom comprar com antecedência para ter certeza de que sera possível viajar com seu pet no voo. Existe uma quantidade limite de pets em cada voo (por incrível que pareça, tinham dois no voo da Lili, em março).

Como a Lili não poderia viajar comigo, entrei em contato com a Alitalia muito tempo antes do embarque e perguntei o que deveria fazer. Eles me informaram que eu deveria comprar uma nova passagem até as 23:59 do dia anterior ao check-in, em meu nome, com o mesmo trecho, e pedir para que a passagem dela fosse vinculada a essa nova passagem (que seria um mês depois). Foi exatamente isso o que eu fiz.

No dia do primeiro embarque, em fevereiro, tudo deu certo. E me disseram que eu poderia ficar tranquila. Quando eu voltei para o Brasil, no entanto, e entrei em contato novamente com a companhia aérea, eles simplesmente me informaram que não localizavam a passagem da Lili. Quase na hora do embarque, informaram que ela tinha embarcado na aeronave na primeira vez (em fevereiro) porque quem fez o meu check-in fez com que ela constasse na “lista de passageiros”. Para “resolver”, me fizeram pagar uma segunda passagem para que ela pudesse embarcar. Ainda comentaram, ao telefone, que tinha havido um erro e que depois eu deveria solicitar o reembolso.

Foi muito tempo que eu perdi tentando resolver esse problema com a Alitalia antes do primeiro embarque, em fevereiro. E o pior é que eu só consegui “resolver” no momento do check-in da segunda passagem, em março, quando comprei uma nova passagem para a Lili (ou seja, paguei mais 200 dólares – solução para a companhia aérea, não para mim).

E resolveu?

Nesta semana, quase um mês depois, recebi um email da Alitalia informando que o erro tinha sido meu e que eles não me reembolsariam. A pessoa sequer leu a minha reclamação ou verificou no sistema da companhia todo o histórico de emails que enviei e ligações que fiz para a empresa pedindo a solução do problema antes mesmo de ele acontecer. Eles simplesmente responderam qualquer coisa. A pior companhia aérea em todos os quesitos. Atendimento pré-venda, pós-venda, qualidade das aeronaves, simpatia dos comissários de bordo, espaço entre os bancos, os filmes, a comida (meu Deus, que comida ruim!)…

Não bastasse tudo isso, teve ainda….

#1 A poltrona com espaço pequeno debaixo do banco 

Pois é… não permitiram que eu fizesse meu check-in prévio por causa do problema com a passagem com a Lili. E, de qualquer forma, mesmo que eu tivesse selecionado uma poltrona, eles me tirariam do lugar porque são eles que escolhem onde eu vou sentar com a minha cachorra.

Quando cheguei dentro do avião, vi o lugar que eles escolheram (o tal do mais adequado). Colocaram a gente em uma poltrona que tinha espaço reduzido embaixo e não cabia a caixinha.

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Desculpa aê a imagem, mas é só pra ver como o espaço era reduzido porque tinha essa caixinha (à frente da garrafinha d’água). Não dava pra colocar a Lili embaixo do banco, era ridiculamente menor do que o tamanho estabelecido no site. E olha que a caixinha é maleável.
Essa aí é a foto da poltrona do vizinho… olha o tamanho da mochila que está embaixo do banco. Olha como tem espaço. E os comissários de bordo ainda falavam que o problema era que a minha caixinha era muito grande e nem iam ver o espaço físico e a diferença de tamanho. E ainda falavam em italiano NO BRASIL!!!

Um comissário de bordo passava e reclamava que a caixinha não estava embaixo do banco. O outro ia lá e falava que eu deveria ficar ali. Reclamei várias vezes, dizendo que era impossível ficar naquele lugar, já que o espaço era menor que o normal e, claro, o espaço, que já é pequeno para uma caixinha de um lhasa apso, ficou ridiculamente reduzido.

E pra resolver? 

Tive que ficar em pé em frente à porta da aeronave, reclamando com todos os comissários de bordo até conseguir um lugar decente, onde pudesse deixar a caixinha da Lili quietinha. Não queria upgrade de nada. Queria apenas um assento normal. Tinha outro cachorro no voo (um chihuahua micro) que estava em uma daquelas poltronas com espaço maior (sabe aquelas que são as primeiras da fileira?) e todo mundo pagou a mesma coisa. Eu só queria um lugar conforme as especificações do site.

#2 A mulher reclamona que dizia ter alergia

Teve dessas também. No lugar em que eu estava (o primeiro, especialmente escolhido para acomodar uma caixinha de transporte de pet), uma mulher, duas fileiras pra trás reclamava insistentemente da existência de um cachorro (o comissário de bordo mencionou que ela era alérgica – Lili nem pelo solta, me poupe!).

Mas, quando o comandante já pedia para fechar a porta, eles finalmente encontraram um assento livre pra mim (não existia qualquer um até aquele momento – interessante, não?)>

Enfim, foi a viagem mais caótica da minha vida. No pré, durante e depois. E não recomendo para ninguém. Talvez pro inimigo. E olhe lá!

Mas vamos à parte objetiva deste post.

Como viajar com cachorro para a Europa

A primeira coisa que digo é: observe com atenção cada um dos procedimentos. A ordem deve ser seguida e os prazos, respeitados. Isso é fundamental para que nada dê errado.

O passo a passo

#1 Microchip

A primeira coisa a se fazer é microchipar seu pet. O microchip deve ser ISO 11784ou 11785. A maior parte é. Mas confirme com o veterinário antes de colocar. Guarde com carinho o certificado de microchipagem.

#2 Vacinação

Leve seu pet a um veterinário para dar a vacina contra raiva. Garanta que todos os dados do seu bichinho estejam certos na carteirinha de vacinação (nome, proprietário, idade, etc). Ah! E não vale a vacina dada pela prefeitura. Não sei o motivo.

#3 A espera

Aguarde 30 dias para fazer a sorologia.

#4 Sorologia

Agende a sorologia. O único lugar que faz isso no Brasil é em São Paulo, no Centro de Zoonoses. Para tirar sangue, o pet deve estar há pelo menos 12 horas em jejum se não me engano. Mas confirme com o veterinario. No dia, você deve apresentar o certificado de microchipagem, a carteirinha de vacinação, uma cópia do seu documento e um comprovante de residência. No nosso caso, a própria veterinária enviou para o Centro de Zoonoses. Mas dá pra fazer isso diretamente com eles. Entre em contato para mais detalhes.

#5 (Muito) mais espera

A partir da data da coleta da sorologia, aguarde 90 dias (essa é a quarentena, parte fundamental) para poder viajar com seu pet.

#6 Agendamento no Ministério da Agricultura (Vigiagro)

Quando faltarem uns 30 dias para a sua viagem, agende no Ministério da Agricultura no aeroporto (no nosso caso, em Guarulhos) uma data para a entrega dos documentos do pet para a emissão do CZI.

#7 Atestado de saúde

Conte até 10 dias da data da viagem e leve seu pet para uma consulta com o veterinário. Ele deverá emitir um atestado de saúde (existe um modelo no site do Ministério). O atestado tem validade de 10 dias.

#8 CZI

Na data agendada, dirija-se ao Ministério da Agricultura para a emissão do CZI. Tenha em mãos todos os documentos: comprovante de microchipagem, carteirinha de vacinação, sorologia e atestado de saúde do animal. Original e duas cópias (no Aeroporto de Guarulhos, o único lugar que encontrei para fazer cópias – só levei uma de cada – cobrava 2 reais a página). Lá no aeroporto você irá preencher um formulário com os dados da sua viagem e do seu pet. O CZI será entregue em 48 horas. E terá validade de 10 dias (li em alguns lugares que seriam apenas 3. Mas a informação do Ministério da Agricultura em Guarulhos é de que são 10 dias mesmo).

#9 Embarque

Na data da viagem, leve todos os documentos e entregue no momento do check-in na companhia aérea. Seu pet será pesado, eles observarão as dimensões da caixinha (cada companhia tem uma especificação diferente) e lerão cada uma das páginas da documentação do bichinho.

Pronto. Ele já poderá viajar.

Como é a viagem em si

Eu acho que sofri mais que a Lili. Juro. Meu voo era às 16h15. Acordei cedo, dei ração para a Lili por volta das 6h30 e depois dei a segunda ração do dia às 12h. Por volta de 13h30, 14h, dei o último passeio com a Lili antes de passar pelos detectores de metal. Fui para a sala de embarque, deixei uma fraldinha aberta, deixei água disponível, mas ela estava agitada e nem tomou água. Xixi muito menos. O que eu mais estava preocupada é que ela também não fez número 2 pós-almoço.

como viajar com cachorro para a europa
Lili esperando na sala de embarque. Ninguém reclamou do fato de ela estar solta (era só que faltava também…)

Deixei, dentro da caixinha, uma coberta (se bem que estava até que quentinho o avião) e tapetinho higiênico para o caso de precisar (mas sabia que ela não usaria). Na minha bagagem de mão, potinhos para água, ração e mais tapetinhos.

No avião

No avião, Lili ficou na caixinha o tempo todo (em compensação, o chihuahua ficou fora da caixinha o voo todo). Dei um calmantezinho natural e ela deu uma relaxada. Tirei a Lili uma única vez da caixinha, mas ela não ficou confortável. Como a porta da caixinha abre e se expande, deixei a porta aberta e ela ficou com mais espaço para deitar. E foi assim o voo todo.

Dei água, mas ela não quis. Preferi não dar comida. Mas sei que ela não comeria. Ela não come quando está em ambientes estressantes.

Na última hora do voo (quase 11 horas depois), ela acordou exatamente na hora do café da manhã (seria o cheirinho?). Mexi com ela, fiz carinho e ela deu uma acalmadinha.

E lá na Itália?

Quando chegamos na Itália, ninguém pediu para ver a documentação, foi bem tranquilo. Coloquei, ainda esperando as malas chegarem, o tapetinho pra ver se ela fazia xixi, mas nada.

No final, só lá fora, depois que ela fez uma festa absurda pro Fe (que ela não via há mais de um mês), depois de um passeio de uns 10 minutos, que ela fez xixi. Em casa, comeu normalmente. E pronto.

Mais alguns detalhes

Sobre a caixinha, o peso e os tamanhos-limite

  • Se seu pet não está acostumado a ficar na caixinha, comece o quanto antes. Transforme a caixinha num lugar legal. Coloque biscoitinhos la dentro. Faça comeu ela vire parte da vida do seu bichinho.
caixinha de avião para cachorro
Durante uma semana, tirei a caminha da Lili de casa e deixei só a caixinha (dentro tem uma espécie de travesseiro). Quando ela queria deitar, ia pra lá.
  • Cada companhia aérea possui um limite de peso aceitável na cabine. O da Alitalia, pior companhia com a qual já voei na vida (ainda escrevo um post sobre isso), é de 10kg com a caixinha. Para não ter problema, Lili entrou em dieta.
  • O padrão das caixinhas também muda de acordo com a companhia aérea. Não só em relação ao tipo como também em relação às dimensões.
  • Algumas raças não podem voar no porão, em especial os cachorros braquicefálico (aqueles do focinho achatado).

Sobre valores e procedimentos

  • O valor a ser pago não é de uma passagem inteira. Eu paguei 200 dólares para a ida. Na volta, o valor é cobrado em euros.
  • Viagens para o Reino Unido exigem procedimentos extras.
  • Existe a possibilidade de fazer um passaporte para o pet também (pode-se agendar no próprio Ministério, levando todos os documentos do CZI, exceto sorologia, incluindo o atestado de saúde). Ele serve para o Mercosul.
  • Se você respeitar o prazo das vacinas contra raiva, ou seja, vacinar até o dia anterior à data-limite, seu CZI será eterno. Mas não deixe de observar a data ou terá que fazer tudo de novo.
  • A Debbie, do blog Pequenos Monstros, tem vários posts sobre o assunto e até um Guia que eu super recomendo se você tiver dúvidas. Infelizmente, eu só comprei depois que tudo já tinha dado errado e eu já tinha descoberto o jeito certo.

Ainda tem dúvidas? 

Converse com que melhor entende. Ligue para o Ministério da Agricultura. O pessoal da Vigiagro é sensacional. Eles me ajudaram muito. O telefone vive ocupado, mas tente. Se não conseguir, vá diretamente ao local. Eu fui duas vezes tirar dúvidas em Guarulhos. Gasta-se tempo e dinheiro com estacionamento? Sim. Mas melhor isso do que gastar ainda mais com passagens perdidas, como aconteceu comigo. Eu gastei para tentar consertar. Ou não piorar a situação.

Todo o procedimento consta no site do Ministério da Agricultura.  Lá constam, inclusive, os procedimentos para outros lugares do mundo.

 

Ficou com alguma dúvida específica que eu não citei por aqui? Deixe seu comentário. Viveu uma experiência como a minha? Ou tudo deu certo? Comente também. Vou adorar ouvir a sua história.

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chris_samira

Produtora de conteúdo desde 2002. Adora listas, chocolate, viajar e da canina Lili, além do Fe, com quem é casada há quatro anos. É especialista em "jogar no Google" e acha que vinho é uma questão de gosto pessoal (até porque não entende nada do assunto - só de beber mesmo). Vive indecisa quanto ao que deve fazer. Mas não acha que isso seja um problema.

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Desde que eu e o Fê viemos para Roma, resolvemos transformar este blog em um espaço em que pudéssemos dividir as nossas experiências. Diariamente, vamos conhecendo a cidade, aprendendo a viver nela e também mostrando aqui para você. E assim, compartilhando o que a gente vê por aqui, queremos fazer da nossa nova casa, a sua também. Além das dicas e de tudo o que postamos aqui no blog, resolvemos também ir atrás de parceiros que podem ajudar a transformar a sua viagem em uma experiência mais tranquila. A partir de agora, o LÁ EM CASA TEM VINHO te ajuda também a organizar a sua viagem para Roma.

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2 Replies to “Como viajar com cachorro para a Europa (tudo o que você precisa saber)”

  1. Que bacana Chris adorei a maneira como contou sua experiência ao viajar com a Lili.
    Abraços!!!

    1. chris_samira says: Responder

      Muito obrigada pelo elogio e pela visita!

      Abraços

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