Champagne e o método champenoise

champagne e o metodo champenoise

Caros amigos leitores,

Como todo iniciante no mundo do vinho resolvi fazer meu primeiro curso de iniciação no meio. Indicado por alguns amigos blogueiros comecei um para iniciantes lecionado pelo blogueiro André Rossi, do EnoDeco. Foram quatro semanas de aulas com informações sobre locais, vinhos, uvas, produção, degustação, etc. Foi então que pude aprender algo que não tinha noção que era feito por algumas vinícolas que produzem espumantes. O método Champenoise.

Sempre que esse assunto era tratado nas conversas com amigos blogueiros eu  ficava boiando, sem saber o que era. Agora isso mudou. No curso, pude aprender mais sobre esse método que foi desenvolvido para a produção dos melhores champanhes franceses. Aliás, champanhe só pode ser chamado como tal quando preenche uma série de pré-requisitos e quando for produzido na região de Champagne, na França. Portanto, esqueça essa história de chamar tudo que falha bolinhas na taça de Champanhe.

champagne e o metodo champenoise
Foto: Divulgação

Como funciona

O método champenoise é também conhecido como “tradicional” e começa como qualquer produção de vinho: com a colheita das uvas, a separação dos galhos e a moagem.

Depois, a fermentação nos grandes tanques acontece… É aí que entra a diferença. Nesse método, o vinho é engarrafado e a segunda fermentação acontece na garrafa. Isso mesmo. No momento de engarrafar o vinho básico, é acrescentado um composto de fermentos e cerca de 24g de açúcar por litro de vinho. Isso vai provocar a última fermentação e é esta segunda fermentação que vai dar nascimento às bolinhas, conhecidas como perlage.

A garrafa é tampada com uma cápsula metálica parecida com as das garrafas de cerveja. Fica no descanso para que as leveduras possam agir com sucesso. As garrafas são colocadas de cabeça para baixo e sofrem durante um mês o processo de Remuage. Isso quer dizer, uma pessoa vai, dia sim, dia não, e gira as garrafas cerca de 45 graus.

Depois desse processo, as tampas são retiradas, e as leveduras mortas saem. Para ser retirada, congela-se o gargalo a -25° C. A cápsula é retirada e expulsa com a pressão do gás. O volume de espumante perdido é substituído por uma mistura de vinho e açúcar, chamada licor ou vinho de dosagem.

método champenoise
Imagem feita por Hawk Wakawaka, do site WakawakaWineReviews.com

 

Existe também um outro método que também é utilizado, o Charmat… mas isso é uma outra história e vem num outro post!
E aí, vamos brindar?
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Felipe Zboril

Jornalista, de rádio e TV, pós-graduado em jornalismo e teorias da comunicação. Casado com a Chris. Gosta de cozinhar e experimentar vinhos diferentes. Se puder fazer isso em um jantar em casa, melhor ainda. Já teve um blog de vinhos, um hobby que acabou virando coisa séria! Resolveu dar um tempo e agora, quase quatro anos depois, volta a escrever sobre o assunto.

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